Na manhã desta segunda-feira (29), uma profissional do sexo da cidade de Chupinguaia acionou a Polícia Militar, denunciando um cliente que estaria lhe ameaçando de morte e se apresentando como membro de uma facção criminosa.
A denunciante contou que, no dia 15 deste mês, foi contratada através de um site de relacionamentos para fazer dois programas com um morador de Vilhena, que foi até a cidade de Chupinguaia, onde o serviço foi prestado. Naquela ocasião, o valor combinado, R$ 500 por cada relação sexual, totalizando R$ 1 mil, não foi quitado pelo contratante.
Somente 10 dias após os programas, e com reiteradas cobranças, a profissional conseguiu receber o valor integral. Porém, após o pagamento, o cliente passou a fazer ameaças à garota de programa, afirmando que “iria arrancar a cabeça da filha dela” e que “iria matá-la” caso os mil reais não fossem ressarcidos.
A alegação do acusado é que ele não tinha ficado “satisfeito” com o serviço. O mesmo homem teria enviado vídeos feitos nas proximidades da casa da vítima, o que aumentou o temor de que ele realmente tentasse matá-la. Isso a levou a uma atitude inusitada: devolver metade do valor cobrado do cliente insatisfeito.
A garota “do job” acionou um amigo em Vilhena, e este homem entrou em contato com o suposto faccionado. Os 500 reais foram repassados a ele através de pix, na esperança de que as ameaças contra a moradora de Chupinguaia parassem.
O denunciado, no entanto, continuou insistindo em receber os mil reais, e chegou a enviar um outro vídeo para a mulher, no qual reafirmava pertencer a uma facção criminosa.
A vítima também relatou que, em determinado momento, o acusado teria colocado uma terceira pessoa para manter contato telefônico com ela. Este homem se identificou como policial civil, exigindo que o dinheiro fosse devolvido com urgência. Porém, ao verificar os números telefônicos utilizados, ficou constatado que os prefixos eram de outro Estado.
Diante do medo de ser assassinada, a vítima registrou a queixa a Polícia Militar de Chupinguaia começou a investigar o caso.
Imagem ilustrativa
Fonte: Folha do Sul On Line

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